Archive for Março, 2010

Já não falta tudo para as “Chamuças da Morte”

24 / 3 / 2010

Notícia que lida no magnífico pasquim “Jornal a Bola”:

O Exército indiano desenvolveu uma nova arma de combate ao terrorismo. É uma granada de gás feita à base de uma poderosa malagueta. Segundo os militares indianos, a nova arma é suficiente para imobilizar um suspeito.Feita à base de bhut jolokia, reconhecida pelo Livro dos Recordes do Guiness como a mais picante malagueta do mundo, a nova granada «foi testada nos laboratórios do Ministério da Defesa», revelou ao Guardian o coronel R. Kalia, porta-voz do departamento da Defesa do Estado de Asuão.«É uma arma não-tóxica mas eficaz, pois o seu aroma poderoso irá sufocar os terroristas e obrigá-los a deixar os seus esconderijos», assegurou.

Fica a recordação do “Herman”

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Mais um “post do Autocarro”

23 / 3 / 2010

Na paragem:

Senhora1: “Sabes, o meu filho arranjou um namorico, só lhe falta levá-la lá para casa”

Senhora2:”E que idade tem ele?”

S1: “Vai fazer 16”

S2: “Ai, tão novinho!”

S1: “Pois, eu já estou farta de o avisar, ele que tenha juízo”

(… a conversa continuou …)

S2: “E que idade tens tu?”

S1:”Vou  fazer 35″

(E aqui comecei eu a fazer as contas – Esta senhora teria sido mãe com 18~19 anos, e estava muito escandalizada com os namoricos do filho, mas eis que surge a pièce de resistance)

S1:”…Eles agora lá no posto médico até tem consultas de aconselhamento familiar – dão a pírula e tudo, a quem tem não tem dinheiro para comprar…”

(Entretanto chega o autocarro e acabou-se a conversa)

Onde é que se assina para brincar também?

17 / 3 / 2010

Memórias perdidas – o Pequeno almoço

14 / 3 / 2010

Esta “receita” simples de pequeno almoço vem dos meus tempos de infância, mas perdeu-se no tempo há já não sei quanto tempo. Pois dei comigo quase instintivamente a fazê-lo ontem para uma ceia tardia. Segue a receita:

Pega-se numa “bolinha” (pão) e abre-se a meio. Pão de forma ou outro tipo de pão fatiado não serve. Carcaça, papo-seco e afins podem constituir uma alternativa, mas não garanto a satisfação do gourmand. Torra-se convenientemente na torradeira. Em paralelo, prepara-se uma bela caneca de leite com chocolate. É importante que o leite esteja bem quente (mas não a ferver). Entretanto, e como a torrada deverá estar já bem passada, barra-se com manteiga.

Até aqui, tudo normal.

O truque desta receita está na maneira como se come: a torrada deve ser mergulhada parcialmente no leite, até que as suas propriedades de esponja façam maravilhas. Retira-se então a torrada com cuidado para que não se parta e não pingue metade da mesa e degusta-se com satisfação. Repete-se o processo até não haver mais torrada, e no final é só beber o restante conteúdo da caneca.

No meu caso, há ainda a terceira parte – ficar a pensar onde raio andou o meu cérebro nos últimos 15 anos?

Registos de um fim de semana tempestuoso

13 / 3 / 2010