Posts Tagged ‘música’

Porque hoje é dia 31 de Agosto

31 / 8 / 2010

Este verdadeiro Hino fica definitivamente bem como despedida do mês, porque de facto foi um Agosto mais ou menos como na música.

Vamos a ver o que me reserva Setembro…

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Ele há música porreira…

11 / 8 / 2010

Que acompanhada por um vídeo à maneira, ganha uma outra dimensão. Ora olhai e escutai:

Os Clássicos serão sempre os Clássicos

12 / 7 / 2010

e vice-versa:

Porque hoje está um belo dia de verão

5 / 7 / 2010

Fica a banda sonora apropriada a um dia em que às 23:30 estavam ainda 34 graus algures na capital do Império…

Ele há músicas que quando descobertas…

29 / 4 / 2010

… até revelam ser bem interessantes.

Tais como este mega-clássico do Rui Veloso

Let the music play

20 / 2 / 2010

Descobri num dos blogs que costumo ler este maravilhoso duo californiano.

Eu que nem gosto muito de covers, fiquei rendido.

Enjoy

Amália actual, já em 1977!

15 / 7 / 2009

Não poderia deixar de salientar esta músiquinha que ouvi na Antena1. Assim sim, temos serviço público!

Noites do Parque – O’questrada

25 / 8 / 2008

Para quem não sabe, e admito que seja a generalidade da meia dúzia de leitores que aqui põe a vista em cima e se digna a ler os meus monólogos, a câmara municipal de Torres Vedras tem levado a cabo nos últimos anos uma iniciativa chamada “Noites do Parque”, e que mais não é que um conjunto de concertos no parque verde da Várzea de Torres Vedras (este ano também na foz do Alcabrichel).

No ano passado eu tive o prazer de ir a uns 2 concertos, e lembro-me que gostei. Este ano, por diversos motivos, apenas pude ir ao último dos concertos. Eram perto de 22.00h da passada sexta-feira quando cheguei com a Nessy ao anfiteatro do parque, e o público não era em número muito animador, já que a noite, apesar de ser Agosto, estava bastante fria e ventosa. Rapámos um belo de um briol, portanto, a ouvir uns faduchos euquanto o raio do concerto não começava.

Confesso que fiquei assustado quando vi um artolas de fatinho a mexer num pau e num cesto, e mais assustado fiquei quando o ouvi. O senhor vai daí, e começa a tocar o “Contrabacio”, que é como quem diz, um contrabaixo dos desenrascados, e a cantarolar qualquer coisa em francês, com alguma graça, mas que me fez pensar no amigo Daniel e a sua experiência traumática. O senhor continuava por lá a cantarolar agarrado ao pau e ao cesto, e por esta altura eu já pensava: “bem, ao menos é de borla e posso sempre ir embora assim que me apetecer”.

Vem a segunda música, e se já estava assustado, mais assustado fiquei quando ouço cantar lá ao fundo da assistência. “Bem, mas isto é assim tão interactivo?” Afinal de contas era a bela voz da vocalista, e todo o concerto se começou a compor. Vem uma música, depois outra, e depois mais outra… e não é que o raio do “conjunto” até é bom? Por esta altura já o público estava mais do que rendido, e engrossara em número, enchendo por completo o anfiteatro, apesar do vento frio.

Houve direito a malabarismos, palmas, cantorias e encores. E o nome do grupo que abrilhantou uma noite tão desagradável? O’questrada. Ao que parece são “ali” da margem sul, mas tocam e cantam que se desunham! A vocalista parece exceder-se um pouco na expressividade, mas o certo é que funcionou muito bem, e o espectáculo foi dos melhores a que já tive direito de assistir. Recomendo, no mínimo, uma visita ao site, onde se podem ouvir algumas músicas deste agrupamento já com 7 anos de estrada. Fiquei fã!