Posts Tagged ‘viagens’

Impressões Gerais sobre Barcelona

8 / 10 / 2010

Com 3 dias de muito calcorrear as ruas de Barcelona, apraz-me questionar o seguinte:

 

Porque é que o museu da história da Cidade só fala do desenvolvimento da cidade até ao Sec XIV?

Porque é que o museu do Picasso tem um “salto” de 1908 até 1957 na obra do pintor?

Porque é que as alminhas pensantes que fizeram o bonito planeamento em “grelha” da cidade não pensaram que se calhar não existem grandes pontos de referência para as pessoas se orientarem, e acaba por ser tudo um bocado repetitivo?

Porque é que o Metropolitano tem manípulos para a malta abrir as portas, tal qual comboio suburbano da linha de Sintra?

 

Agora a parte das impressões gerais – Cidade é enorme, com construção planeada, muita gente na rua, e tudo e tudo e tudo. Mas falta-lhe um bocado do “misticismo” de uma Capital, ou de um sítio onde se respire história a cada canto. Ter uma data de lojas  para gente do circo não chega, claramente. a parte antiga da cidade limita-se a ser antiga porque as ruas são estreitíssimas. Os prédios em si são de arquitectura mais ou menos recente…

Outra coisa, mas relacionada com os catalães, que falam esta mistura de castelhano com francês – parecem ser um povo cordial e simpático, bastante orgulhoso do seu país catalão. Mesmo na TV Catalã não se vêem referências a “Espanha”. E é engraçado como algumas palavras e expressões são tão iguais às nossas. A reter – Bom dia, Oito, e Adéu (mas há mais…). O engraçado nisto tudo, é que o Portunhol bem falado é mais bem compreendido 🙂

 

Agora, é ver o que reserva o resto da estadia…

Um estudo de caso de estudo

1 / 10 / 2010

Suponhamos um indivíduo, doravante chamado de “A” que por volta dos seus 15~16 anos sofria de um mal chamado “verrugas” nos dedos e mãos. A coisa era por demais chata, e várias tentativas foram feitas para eliminar as ditas anormalidades manuais e digitais. Foram tentados remédios mais ou menos caseiros e sofisticados, mas as danadas das verrugas teimavam em não desaparecer.

Certo ano, por volta dos 18 anos do A, ele foi de viagem de finalistas para Lloret de Mar, em plena Costa Brava catalã. Uma semana depois, A chega a casa e constata que todas as suas verrugas haviam desaparecido como por artes mágicas. “Porreiro, pá”, pensou A para com os seus botões, “Deve ter sido da água, ou da comida intragável”.

A continua a viver feliz e contente, sem verrugas nas mãos, até que por volta dos 26 anos aparece uma pequenita borbulha na palma de uma das mãos. Essa borbulhita vai crescendo e transforma-se na miniatura perfeita de uma das anormalidades que assolaram a adolescência de A. Como era só uma, não deu grande motivo para preocupações. “Easy come, easy goes”, pensava A. Pois acontece que pelos 27 anos do A, proporciona-se uma semana de viagem pelo Estrangeiro, bem longe de Portugal. Na semana seguinte a chegar à pátria, A repara que a sua verruga pura e simplesmente desapareceu, tal como havia acontecido uns anos antes. Mais uma vez, o pensamento foi: “Terá sido da água? Da comida tão pouco portuguesa?”

Certo certo é que isto daria um bom caso de estudo…

Planos a longo prazo

31 / 5 / 2010

Mais concretamente para daqui a um ano:

Vai exigir alguma “engenharia logística”, mas a vida sem desafios destes não tem o mesmo sabor! E há coisas que só se fazem pelos amigos…

Registos do fim de semana

13 / 4 / 2010

Por terras da Raia, acabando no Oeste natal:

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Registos de um fim de semana tempestuoso

13 / 3 / 2010

De canoa no Alqueva

7 / 10 / 2009

Mais um fim de semana grande, e desta vez, uma visita de um dia ao grande lago do Alentejo. Partida às 10 da manhã, para se tentar almoçar perto de Moura, e aproveitar para dar umas remadelas na barragem do Alqueva, onde era prometido existirem uns kayaks para alugar. Primeiro contratempo ao passar a ponte Vasco da Gama, onde decorria a meia maratona de Lisboa, e portanto havia apenas uma via de trânsito em cada sentido. Deu no entanto para ver a partida dessa prova, e admirar a originalidade com que alguns dos participantes participam num dos acontecimentos desportivos que mais gente é capaz de aglutinar cá pelo nosso País. Ficou a vontade de participar numa futura ocasião, mas certamente que a minha falta de predilecção de correr “por correr” haverá de se sobrepor na altura decisiva…
Passada a ponte, caminho tranquilo com paragem para xixi e gasolina, e as notícias não eram muito animadoras: o enviado especial com a missão de nos arranjar um restaurante em Moura ou Pias comunicava que estariam todos fechados. Almoçaríamos portanto na Amieira, assim o restaurante estivesse aberto. E estava, mas os responsáveis não estavam com vontade de responder à pergunta se seríamos atendidos, pelo que se impôs uma curta viagem até Reguengos, onde ao menos nos disseram que se esperássemos, poderíamos comer. Assim foi, ainda que o propósito da viagem, que aproveitar um dia bonito e de calor para chapinhar no enorme lago se estivesse a transformar em “vamos mas é almoçar que isto de serem 2 da tarde já não dá com nada, ainda por cima com esta fomeca”. O almoço passou-se bem, com especial destaque para o “perescouto” – o belo tinto da região, que custanto a pequena fortuna de 19 euros por garrafa, revelou ser uma boa companhia para acompanhar os típicos pratos alentejanos.
Com esta brincadeira, a entrada na água do Alqueva (na dita marina da Amieira) foi atrasada para as 16:30, mas as duas horas passadas a remar e a circundar as ilhotas foram de facto muito bem passadas. Certamente que os outros companheiros de aventuras aquáticas se cansaram menos, já que por ali não faltam “barquinhos” ao belo estilo de vila moura, com bastante gente a disfrutar do belo dia e da paisagem tranquila. Fica prometida nova visita, mas com o almoço acautelado, claro está!

Ainda o International Mini Meeting…

8 / 9 / 2009

IMM 2009 – dia 1

20 / 8 / 2009

(este é o primeiro de vários relatos da viagem que tive o prazer de fazer no início do mês de Agosto deste ano)

Casa – Valladolid

O conta-km marca 17.373

Levantar da cama às 5:30, depois de dormir 4 horas. Saída às 6:00 em ponto, e ainda é meio de noite. Viagem tranquila pela A8-A15-A1 até à área de serviço de Santarém. Atestar o depósito para aferir do erro do ponteiro da gasolina (7 litros para 120km) Bebida de um café para despertar, e consulta rápida à net para procurar o numero de telefone do companheiro de viagem. Uma chamada telefónica e passada meia hora o companheiro aparece. Seguimos os dois até à área de serviço da Covilhã, onde esperamos pelo terceiro mini da comitiva. Segue-se em ritmo descontraído até à fronteira de Vilar Formoso, que atravessamos às 12:00 Portuguesas, 13:00 espanholas. Paragem para reabastecer nas imediações de Salamanca, e vamos mas é almoçar que já se faz hora. Rissóis da mãe, e um biscoito. Mais uma hora e pouco de viagem, e por volta das 16:00 espanholas estamos no nosso destino – Íbis Valladolid. Sem grandes surpresas fomos os primeiros a chegar, e aproveita-se para ir ao centro comercial mais próximo para fazer algumas compras para as refeições dos próximos dias. Ao chegar ao hotel, vemos os primeiros minis do Clube Mini Madeira a aparecer, e depressa se seguem os restantes companheiros do Clube MiniPT. Monta-se logo grande festa no estacionamento do hotel, e acertam-se agulhas para o dia seguinte. O pequeno almoço fica marcado para as 8:00, e o jantar foi algo de improvisado no quarto. A má disposição do companheiro de viagem começa a desaparecer, e vamos dormir, que hoje foi um dia longo, e o de amanhã também promete sê-lo.

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Escapadinha às Grutas

3 / 8 / 2009

Pois em altura de férias, e quando não há tempo para férias propriamente ditas, nada como uma escapadinha para perto de casa. Nada como visitar sítios que julgamos conhecer bem, de tantas vezes que lá passamos, lançando um novo olhar com tempo e espírito de descoberta.

Sendo assim, toca de procurar hotel para a pernoita algures por Leiria/Nazaré, para o caso de apetecer praia ou campo  e olha, que giro, este é bem barato, e fica a meio caminho das duas! Pois seja, amigo “booking”, ora faz favor de reservar aí o Santa Maria em Alcobaça!

Dia um:

Como o dia estava quente, nada como uma visita às grutas, já que ao menos lá sempre está frescote. Ora deixa cá apontar o GPS para os Alvados, e siga! (Para quem não esteja a situar estas grutas muito bem, ficam entre Mira de Aire e Porto de Mós) Eis-nos lá chegados, pouco passavam das cinco da tarde. Três ou quatro carros parados em frente ao edifício, e vamos lá comprar os bilhetes. Já que as grutas de Santo António também ficam perto, compra-se o pacote todo! Ou então não, porque não dá tempo de ver as duas no mesmo dia, porque a próxima visita é às 17:40… Enquanto não chegou a hora da visita, vá de aviar um corneto para amenizar os mais de 30 graus e dar uma vista de olhos na imprensa regional.

Chegado o momento de entrar no  buraco, não pude deixar de me lembrar das aventuras do Tom Sawyer e das suas tropelias com Huck nas minas a fugir de Joe, o Índio. Este pensamento depressa se desvaneceu assim que o fresquinho se apoderou de corpo e mente, e se começou a visita propriamente dita. Estas grutas, apesar de não serem muito extensas ou com enormes cavernas, são possuidoras de bastantes e diversificadas formações geológicas, que puxam constantemente pela imaginação do visitante, e é sempre agradável a visita, mesmo quando já se haviam visitado anteriormente, como era o caso. Quando esta beleza natural é acompanhada de uma boa explicação e de uma iluminação condizente, o resultado é bastante satisfatório. Apenas uma palavra de tristeza pela pouca promoção que esta gruta parece ter, o que leva a um certo abandalhamento do espaço envolvente. Nota especial para a magnífica vista que se tem para as serras de Aire e Candeeiros!

E como com esta brincadeira eram já seis e pouco, mais do que hora do lanche, houve que dar o destino certo ao farnel, que é como quem diz, para a barriguinha, enquanto se passava por Porto de Mós, e o seu pitoresco castelo, que infelizmente já se encontrava fechado. Uma local a visitar no futuro, certamente.

Com o aproximar da hora do recolher, houve que procurar o “famoso” hotel Santa Maria, em Alcobaça. Va a ver-se e é mesmo ao lado do Mosteiro. Sorte sorte, o quarto tem uma vista magnífica para o dito! Tem vista mas não tem champô e o mini-bar está vazio… Pormenores que fizeram ficar com a pulga atrás da orelha, mas as surpresas ficaram só mesmo por aí. O Mosteiro de Alcobaça merece também a visita, mas essa já tinha sido feita anteriormente. A imponência da Igreja e os túmulos de Pedro e Inês-a-castelhana no ambiente fresco da pedra lembram-nos a célebre história, e apelam à Portugalidade interior. Adiante: Como o lanche tinha sido tardio e reforçado, o jantar (já tardio) ficou-se por um snack no D. Pedro – um estabelecimento comercial sobranceiro ao Mosteiro, com us bonitos painéis de azulejo e um atendimento bastante simpático.

Dia dois:

Levantar cedo, e investigar o pequeno almoço do hotel, já que havia alguns receios, dada a avareza de champô no quarto. Afinal de contas o dito repasto era bem bom, com variedade q.b. Mais uma nota positiva para a simpatia das funcionárias, sempre atenciosas.

Pago o hotel, vamos é rumar a Leiria já que andei tantos anos a passar lá quase semanalmente e nunca visitei o castelo. Já que a Batalha fica em caminho, há que parar para recordar a malha nos “hermanos” e admirar as capelas imperfeitas. Há já muitos anos que não visitava a Batalha, e se por um lado fiquei bastante contente com as ditas, já os claustros pareceram demasiado vazios e injustificativos de que se cobre bilhete para lá entrar. Não houve hipótese de visitar a Igreja, já que decorria missa. Fica para a próxima, já que a imponência do gótico promete. Assinale-se também o monumento ao soldado desconhecido, que nos lembra do horror da guerra, e faz levantar a dúvida: existe algum destes monumentos para a Guerra Colonial?

O calor aperta, e Leiria é já ali. O castelo aparenta boa conservação, e o estacionamento foi fácil. O pior estava para vir: já passa do meio dia, portanto não há visitas à torre, só ao Castelo. Paga-se um euro e pouco, e isso dá-nos direito a deambular à vontade pelas ruinas mal assinaladas e razoavelmente mal conservadas. Salva-se o Paço, onde se pode ir à varanda e descansar do calor, mesmo que esteja invadido por uma seita de estrangeiros que por lá abancou cada um com a sua velinha. Convém lembrar que este castelo foi mais um dos que sofreram restauros “estilo Estado-Novo”, em que o rigor histórico não terá sido o principal alvo, mas sempre é melhor ter um castelo para visitar, ainda que diferente do original, do que ter coisa nenhuma.

Almoço feito, havia que decidir o que fazer de tarde: mais uma visita às grutas, agora às de Mira de Aire, que são provavelmente as mais afamadas. Lá chegados, o contraste com as dos Alvados não poderia ser maior: montes de gente,  e uma gruta com grandes salas e menor riqueza geológica, e um guia habituado a fazer visitas “para os saloios”. Vale a visita pela imponência e dimensão, mas aconselha-se a procura de uma época mais sossegada, especialmente fora dos momentos dos “13 de qualquer coisa”.

Navigon 1210 – Uma avaliação (Review)

19 / 6 / 2009

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Pois foi, depois de muito tempo e muitas viagens (a maior parte delas bem sucedidas) para sítios nem sempre conhecidos usando como instrumentos de navegação um mapa (do ACP, passe a publicidade) e algum sentido de orientação, rendi-me às tecnologias do mundo moderno e comprei finalmente um aparelho de navegação por GPS. Confesso que sempre senti alguma repulsa por estes aparelhómetros, que a maior parte das pessoas teima em usar como se fossem um segundo espelho retrovisor, porque acima de tudo priveligio o sentido crítico e de orientação. Claro que existem vantagens, tais como a fácil procura de pontos de interesse tais como farmácias e postos de abastecimento de combustível, ou dar mais facilmente com aquela rua com um nome muito esquisito e que ninguém conhece numa cidade completamente estranha.

Foi por aí que decidi investir 100 euricos num Navigon 1210. Para quem não conhece, a Navigon é uma empresa com alguma estampa internacional, fazendo frente às mais conhecidas TomTom e Garmin, tendo uma panóplia de equipamentos para todas as gamas. Ora este 1210 é o modelo de entrada, em tudo semelhante ao 1200, com a excepção de trazer os mapas da Europa Ocidental, enquanto que o 1200 trás apenas os da nossa península. Devo dizer que este preço foi dá ideia de ter sido uma campanha promocional de uma cadeia alemã instalada no nosso país, cujas iniciais do nome são M.M., para escoar um stock antes que aparecesse o sucessor (1300/1310) no mercado. Pois como eu é que não sou parvo, e se a garmin e a TomTom cobram quase o dobro do preço por um produto “equivalente”, e que ainda por cima não dá para correr softwares alternativos (depois de finda a garantia, claro está), aproveitei uma das últimas unidades disponíveis. Ainda por cima, como se aproxima uma viagem de quase 5000km por estrada, com visitas a sítios totalmente desconhecidos, houve que tentar arranjar uma ferramenta que pelo menos nos diga onde há gasolina e onde são os hotéis, e a melhor maneira de andar de cidade em cidade, e com o bónus de poder aferir o erro de velocímetro do mini…

Arrumada a questão do preço e do móbil da compra, avance-se para a avaliação ao aparelho propriamente dita . Confesso que fiquei um bocadito a olhar para o suporte que agarra o bicharoco ao vidro do carro com uma cara de “mas não era mais fácil estes indivíduos terem usado um braço flexível em vez desta coisa com dois eixos e parafusos?”. Assim que montei o braço e me apercebi da sua solidez e facilidade de regulação, indepententemente de ter dois “eixos” a cara intrigada desapareceu e deu lugar a uma opinião firme de que este suporte é de facto bom, não só pela solidez aparente mas também pelas dimensões compactas. O encaixe do aparelho no suporte também não dá grande luta, embora por vezes seja necessário um jeitinho no pulso para o desencaixar, mas sem stresses.

Ligado o GPS pela primeira vez, houve que confirmar duas ou três opções, e aí está ele à procura de sinal! Acção esta que não demorou mais de um par de minutos, estando o bicho pronto para navegar. A escolha de um destino é bastante simples, requerendo apenas dois toques no ecrã, sendo que o segundo é para escolher o “tipo” de sítio para onde se quer ir: ponto de interesse ou morada. A escolha de pontos de interesse é bastante simlpes e bem categorizada. A introdução de moradas é também muito simples, havendo a possibilidade de se escolher uma das últimas moradas. Começa-se pela escolha do país, e passa-se à escolha da morada propriamente dita (ou em alternativa, pode-se pesquisar um código postal). Para tal, usa-se um teclado “inteligente”, em que apenas as letras para as quais existe uma palavra aparecem activas no ecrã, facilitando e muito a introdução de nomes de localidades ou ruas. Quando a lista de resultados se torna em algo minimamente aceitável, é mostrada uma lista de alternativas no ecrã, e com mais dois toques a navegação é calculada e volta-se novamente ao ecrã de navegação.

Esse ecrã é bastante completo,  como se pode ver na foto acima. Nessa, existe ainda uma informação que acho extremamente útil, e que nunca tinha visto em mais nenhum dos poucos sistemas GPS que usei: a indicação das vias de Auto-Estrada por onde se deve seguir sempre que existe alguma intersecção ou bifurcação. Existe ainda outro ecrã onde mostra a tipologia da saída de AE e nos indica como proceder. É mostrado (e visível na imagem de cima) o limite de velocidade da via actual, sempre que conhecido, e emitido um alarme configurável sempre que se passa esse limite por um determinado valor. Útil, portanto. As cores alternam automaticamente entre tons nocturnos e diurnos (embora a princípio isto não acontecesse, mas nada que uma actualização de software não resolvesse) e é dada a informação da distância até à próxima intersecção e ao destino, bem como uma estimativa do tempo de viagem. Também é visível a velocidade instantânea, e altitude e a direcção em que se segue. Informações completas e úteis, portanto.

A alteração dos parâmetros da navegação (tipo de percursos, veículos, estradas permitidas)  é também fácil, estando a dois toques de distância do ecrã principal. A princípio as alterações nos tipos de estrada permitidos não pareciam estar a funcionar como deve ser, sendo indicados alguns percursos “estranhos”. Mais uma vez, a actualização de software parece ter resolvido este problemita. É também possível ver os Pontos de Interesse ao longo do percurso, e até existe uma opção de “SOS” em que nos são apresentados os Pontos de interesse mais “importantes” e próximos do ponto actual, tais como farmácias, hospitais e postos de combustível.

Passando às actualizações. Este aparelho não trás consigo qualquer tipo de suporte de software para o computador, mas o processo é bastante simples. Basta ir ao sítio do fabricante e descarregar o software, que é de instalação rápida e utilização intuitiva. São feitas cópias de segurança antes de ser efectuado qualquer tipo de alteração  ao conteúdo do aparelho, e as actualizações, pelo menos do software correram bem e resolveram os dois probleminhas que descrevi anteriormente. Para testar ficaram as actualizações dos mapas, mas suponho que sejam igualmente intuitivas.

Em conclusão, acho que este Navigon tenha sido uma óptima compra, tanto pelo preço reduzido, mas acima de tudo por esse preço nos proporcionar um produto completo e fácil de usar.

As coisas menos boas: Podiam ter incluído no pacote uma capa protectora ao jeito daquelas “peugas” que se usam para os telemóveis, mas mais uma vez, por este preço… Os pequenos bugs que trazia antes de ser actualizada a versão de software.